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10 Settembre 2026

L’ITALIA PUNTA SUL BRASILE, 1300 INCONTRI BUSINESS A SAN PAOLO PER LA MISSIONE DI SISTEMA

AGIPRESS – San Paolo – Rafforzare la presenza industriale italiana in Brasile e trasformare le opportunità aperte dall’accordo tra Unione europea e Mercosur in nuovi scambi, investimenti e partnership tra imprese. È l’obiettivo della missione del Sistema Italia in Brasile, guidata dal vicepremier e ministro degli Esteri Antonio Tajani insieme al presidente di Confindustria Emanuele Orsini e al presidente dell’Ice Matteo Zoppas, in collaborazione con la Camera di Commercio di San Paolo, guidata da Graziano Messana.

Dopo la tappa argentina, la delegazione è arrivata a San Paolo con oltre cento imprese e la partecipazione dei vertici di Sace e Simest e di rappresentanti di Cdp e del sistema bancario. Al centro della missione cinque settori considerati strategici: agroalimentare, farmaceutico e medicale, macchinari e impiantistica, tecnologie digitali, transizione energetica e infrastrutture sostenibili.

Il Brasile rappresenta il principale mercato dell’Italia in Sud America e assorbe oltre tre quarti delle esportazioni italiane verso il Mercosur. Nel 2025 l’interscambio bilaterale ha raggiunto 11,07 miliardi di euro, in crescita del 6,7%, con esportazioni italiane per 5,8 miliardi. I primi dati successivi all’entrata in vigore dell’accordo UE-Mercosur indicano un’ulteriore accelerazione: a maggio le esportazioni italiane verso il Brasile sono aumentate del 22,3% rispetto allo stesso mese del 2025.

“Vogliamo aumentare ancora le esportazioni verso il Brasile”, ha detto Tajani alla Fiesp, la Federazione delle industrie dello Stato di San Paolo, sottolineando che l’Italia è il primo Paese europeo ad arrivare nella regione con una delegazione imprenditoriale di queste dimensioni dopo l’accordo con il Mercosur. Tajani ha inoltre annunciato con il governo brasiliano la creazione di un gruppo di lavoro bilaterale che dovrebbe riunirsi ogni anno con l’obiettivo di sostenere l’aumento degli scambi e individuare nuovi progetti di collaborazione.

La missione ha una forte componente operativa. A San Paolo sono stati organizzati circa 1300 incontri tra aziende italiane e brasiliane. Per il presidente di Confindustria, Emanuele Orsini, l’obiettivo non è soltanto esportare di più, ma costruire nuove alleanze industriali e filiere comuni in una fase segnata dalla necessità di diversificare mercati e forniture e ridurre le dipendenze strategiche. Una prospettiva condivisa dall’Ice. Secondo Zoppas, la stima di 14 miliardi di euro di esportazioni italiane aggiuntive verso il Mercosur nel prossimo decennio potrebbe risultare persino prudente.

La missione punta così a consolidare un rapporto industriale già radicato: in Brasile operano circa 1.400 aziende italiane, mentre Roma considera il Paese uno dei mercati prioritari nella strategia per portare l’export nazionale dagli attuali circa 650 miliardi a 700 miliardi di euro.

ITÁLIA APOSTA NO BRASIL, 1.300 ENCONTROS DE NEGÓCIOS EM SÃO PAULO NA MISSÃO DO SISTEMA ITÁLIA

São Paulo, 10 set. – Reforçar a presença industrial italiana no Brasil e transformar as oportunidades abertas pelo acordo entre a União Europeia e o Mercosul em novos intercâmbios, investimentos e parcerias entre empresas. Este é o objetivo da missão do Sistema Itália no Brasil, liderada pelo vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores, Antonio Tajani, ao lado do presidente da Confindustria, Emanuele Orsini, e do presidente da ICE, Matteo Zoppas, em colaboração com a Câmara de Comércio de São Paulo, presidida por Graziano Messana.

Após a etapa argentina, a delegação chegou a São Paulo com mais de cem empresas e a participação dos dirigentes da Sace e da Simest, além de representantes da Cdp e do sistema bancário. No centro da missão estão cinco setores considerados estratégicos: agroalimentar, farmacêutico e médico, máquinas e equipamentos industriais, tecnologias digitais, transição energética e infraestruturas sustentáveis.

O Brasil representa o principal mercado da Itália na América do Sul e absorve mais de três quartos das exportações italianas destinadas ao Mercosul. Em 2025, o intercâmbio comercial bilateral alcançou 11,07 bilhões de euros, um crescimento de 6,7%, com exportações italianas de 5,8 bilhões de euros.

Os primeiros dados posteriores à entrada em vigor do acordo UE-Mercosul indicam uma nova aceleração: em maio, as exportações italianas para o Brasil aumentaram 22,3% em relação ao mesmo mês de 2025.

“Queremos aumentar ainda mais as exportações para o Brasil”, afirmou Tajani na Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, destacando que a Itália é o primeiro país europeu a chegar à região com uma delegação empresarial dessas dimensões após o acordo com o Mercosul.

Tajani também anunciou, juntamente com o governo brasileiro, a criação de um grupo de trabalho bilateral que deverá se reunir todos os anos com o objetivo de estimular o aumento do comércio e identificar novos projetos de cooperação.

A missão tem um forte componente operacional. Em São Paulo, foram organizados cerca de 1.300 encontros entre empresas italianas e brasileiras.

Para o presidente da Confindustria, Emanuele Orsini, o objetivo não é apenas exportar mais, mas construir novas alianças industriais e cadeias produtivas comuns em uma fase marcada pela necessidade de diversificar mercados e fornecedores e reduzir as dependências estratégicas.

Uma perspectiva compartilhada pela ICE. Segundo Zoppas, a estimativa de 14 bilhões de euros em exportações italianas adicionais para o Mercosul na próxima década pode se revelar até mesmo prudente.

A missão busca, assim, consolidar uma relação industrial já enraizada: cerca de 1.400 empresas italianas operam no Brasil, enquanto Roma considera o país um dos mercados prioritários na estratégia de elevar as exportações nacionais dos atuais cerca de 650 bilhões para 700 bilhões de euros.

Patrizia Antonini

AGIPRESS

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