di Patrizia Antonini
Il Brasile accelera sull’uranio e prepara nuove partnership per attrarre capitali nella filiera nucleare. La statale Indústrias Nucleares do Brasil (INB) ha annunciato negli ultimi giorni progressi nella preparazione di accordi con il settore privato e nei piani di espansione della produzione a Caetité, nello stato di Bahia.
Al centro della strategia c’è il programma Pró-Urânio, sviluppato con la banca pubblica BNDES e la società ENBPar. Gli studi per definire i modelli di partecipazione privata alla ricerca e all’estrazione dovrebbero essere presentati entro il secondo trimestre del 2027.
L’obiettivo è trasformare il patrimonio minerario brasiliano in capacità produttiva, riducendo la dipendenza dalle forniture estere e rafforzando l’industria nazionale del combustibile nucleare.
Secondo il Bilancio energetico nazionale 2026, le risorse censite ammontano a 295.389 tonnellate di ossido di uranio. E il potenziale potrebbe crescere con nuove esplorazioni. D’altra parte INB segnala che meno di un terzo del territorio brasiliano è stato oggetto di ricerche minerarie e individua nel Nord ulteriori possibilità, ancora da verificare attraverso studi geologici.
Il primo polo di espansione è Caetité, dove l’azienda statale prevede una prima tappa produttiva da 200 tonnellate di concentrato di uranio e valuta scenari successivi da 450 e 800 tonnellate. L’aumento resta subordinato alle ricerche, alla realizzazione delle infrastrutture e alle autorizzazioni necessarie.
Un secondo progetto strategico è Santa Quitéria, nel Ceará, sviluppato da INB con Galvani, impresa brasiliana produttrice di fertilizzanti fosfatati. Il giacimento associa uranio e fosfati, collegando la produzione di combustibile nucleare a quella di fertilizzanti. Il progetto prevede 2.300 tonnellate annue di concentrato di uranio. Secondo la tabella di marcia di INB, l’avvio operativo è nel 2031, subordinato al completamento del percorso autorizzativo.
La prospettiva brasiliana si inserisce nel rinnovato interesse mondiale per l’energia nucleare, che alimenta la domanda di combustibile e la ricerca di fornitori alternativi. La competizione riguarda anche conversione e arricchimento, passaggi industriali nei quali le capacità mondiali sono concentrate in pochi Paesi.
Urânio: Brasil prepara novas parcerias e pretende ampliar a produção
O Brasil acelera os investimentos em urânio e prepara novas parcerias para atrair capital para a cadeia nuclear. A estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) anunciou nos últimos dias avanços na preparação de acordos com o setor privado e nos planos de expansão da produção em Caetité, na Bahia.
No centro da estratégia está o programa Pró-Urânio, desenvolvido com o banco público BNDES e a ENBPar. Os estudos para definir os modelos de participação privada na pesquisa e na extração deverão ser apresentados até o segundo trimestre de 2027.
O objetivo é transformar o patrimônio mineral brasileiro em capacidade produtiva, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros e fortalecendo a indústria nacional de combustível nuclear.
Segundo o Balanço Energético Nacional 2026, os recursos identificados somam 295.389 toneladas de óxido de urânio. Esse potencial poderá crescer com novas explorações. A INB informa que menos de um terço do território brasileiro foi objeto de pesquisas minerais e aponta novas possibilidades na região Norte, que ainda precisam ser confirmadas por estudos geológicos.
O primeiro polo de expansão é Caetité, onde a estatal prevê uma primeira etapa de produção de 200 toneladas de concentrado de urânio e avalia cenários posteriores de 450 e 800 toneladas. A ampliação permanece condicionada às pesquisas, à implantação da infraestrutura e às autorizações necessárias.
Um segundo projeto estratégico é Santa Quitéria, no Ceará, desenvolvido pela INB em parceria com a Galvani, empresa brasileira produtora de fertilizantes fosfatados. A jazida reúne urânio e fosfato, associando a produção de combustível nuclear à de fertilizantes. O projeto prevê a produção de 2.300 toneladas anuais de concentrado de urânio. Segundo o cronograma da INB, o início das operações está previsto para 2031, condicionado à conclusão do processo de licenciamento.
A perspectiva brasileira se insere no renovado interesse mundial pela energia nuclear, que impulsiona a demanda por combustível e a busca por fornecedores alternativos. A disputa envolve também a conversão e o enriquecimento, etapas industriais cuja capacidade mundial está concentrada em poucos países.
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