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26 Settembre 2026

La mossa di Lula, aumenta i sussidi a tre giorni dal voto

AGIPRESS – Il primo ottobre, a tre giorni dalle elezioni presidenziali brasiliane, entrerà in vigore l’aumento del 15% della Bolsa Família, il principale programma di sostegno alle famiglie a basso reddito e uno dei simboli della politica sociale del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato al suo quarto mandato.

Il provvedimento, firmato il 17 settembre dal leader del Partito dei lavoratori (Pt), interessa quasi 20 milioni di famiglie e porta il sussidio minimo mensile da circa 104 euro (600 reais) a 120 (691 reais).

L’iniziativa ha suscitato polemiche per la sua prossimità al voto. L’opposizione accusa Lula di utilizzare il programma sociale a fini elettorali, sostenendo che l’aumento possa influenzare il voto delle famiglie beneficiarie.

Il deputato Zé Trovão, del Partito liberale (Pl), ha presentato un ricorso al Tribunale superiore elettorale (Tse) per chiedere la sospensione del provvedimento, respinto per ragioni procedurali senza un esame del merito. Anche il candidato presidenziale Flávio Bolsonaro, principale avversario del progressista in questa tornata, ha criticato la tempistica dell’aumento, pur dichiarando che in caso di vittoria elettorale manterrebbe il beneficio.

Il governo invece sostiene che l’aumento corrisponde ad un adeguamento all’inflazione, necessario a preservare il potere d’acquisto delle famiglie più povere. Secondo il ministero dello Sviluppo sociale, il rialzo del 15,04% compensa l’inflazione accumulata tra marzo 2023 e agosto 2026. L’importo medio mensile del beneficio, comprensivo delle prestazioni aggiuntive, passerà da circa 117 euro (675 reais) a circa 135 euro (777 reais). I nuovi importi saranno corrisposti a partire dal 19 ottobre, sei giorni prima dell’eventuale ballottaggio in agenda per il 25 ottobre.

Secondo l’ultimo sondaggio AtlasIntel/Bloomberg, in un eventuale ballottaggio Lula raccoglie il 47,7% delle intenzioni di voto, contro il 47,4% di Flávio Bolsonaro, con una differenza di appena 0,3 punti percentuali.

Lula aumenta Bolsa Família a três dias da eleição

No dia 1º de outubro, a três dias das eleições presidenciais brasileiras, entrará em vigor o aumento de 15% do Bolsa Família, principal programa de transferência de renda para famílias de baixa renda e um dos símbolos da política social do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato ao quarto mandato.

A medida, assinada em 17 de setembro pelo líder do Partido dos Trabalhadores (PT), beneficia quase 20 milhões de famílias e eleva o valor mínimo mensal do benefício de cerca de 104 euros (600 reais) para 120 euros (691 reais).

A iniciativa provocou polêmica devido à proximidade da votação. A oposição acusa Lula de utilizar o programa social com fins eleitorais, argumentando que o aumento poderia influenciar o voto das famílias beneficiárias.

O deputado Zé Trovão, do Partido Liberal (PL), apresentou um recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a suspensão da medida. O pedido foi rejeitado por razões processuais, sem análise do mérito. Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência e principal adversário de Lula nesta disputa, também criticou o momento escolhido para o reajuste, embora tenha declarado que, em caso de vitória nas eleições, manteria o benefício.

O governo, por sua vez, sustenta que o aumento corresponde a uma correção pela inflação, necessária para preservar o poder de compra das famílias mais pobres. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o reajuste de 15,04% compensa a inflação acumulada entre março de 2023 e agosto de 2026. O valor médio mensal do benefício, incluindo os adicionais, passará de cerca de 117 euros (675 reais) para aproximadamente 135 euros (777 reais). Os novos valores começarão a ser pagos em 19 de outubro, seis dias antes de um eventual segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Segundo a última pesquisa AtlasIntel, em um eventual segundo turno Lula aparece com 47,7% das intenções de voto, contra 47,4% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de apenas 0,3 ponto percentual.

Patrizia Antonini

AGIPRESS

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